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Argentina estreia marca país

Uma nova marca país da Argentina e simples e consisa, gera controvérsia entre a comunidade de design do país austral.

O que é que essencialmente caracteriza um país e como ele pode ser representado? Na maioria dos países latino-americanos, supõe-se que é a diversidade a que nos identifica, e é por isso que as marcas se tornam mutáveis é o caso de  BrasilColombiaBoliviaEcuadorHonduras o México.  Argentina junto com ChileCosta RicaPerú  e Uruguay, eles definem uma lista de elementos identitarios simples  que renunciam a proclamar a diversidade e se concentram em um atributo de valor, conseguindo assim algo muito mais vigoroso e reconhecido.

A marca país  anterior da Argentina projetada em 2012 foi uma evolução muito feliz do original de 2005, a partir da evolução das bandas de sua bandeira que todos identificam graças ao seu poderoso time de futebol, que é uma marca em sim mesmo.

A nova marca mantém o branco e o azul originais em um círculo azul com um A na parte inferior. Talvez enfatizando a posição do sul do país no planeta uma extrema simplicidade que contrasta com a óbvia elegância e dinamismo da marca anterior.

Mas como toda marca de país é essencialmente dinâmica e propõe-se que o círculo seja um “porta-retrato” de imagens fotográficas do país, de seu povo, de seus lugares e valores.

Gustavo Koniszczer, Managing Diretor para Hispanoamérica da FutureBrand, define o novo símbolo como:

“um visor através do qual passa tudo o que o país tem para compartilhar e mostrar, mas sempre com a referência do “A” que marca a localização do país no mundo”.

Segundo o Diário Oficial do país, trata-se de um esforço interministerial com a tarefa de “desenvolver e formular a estratégia de marca do país argentino para o posicionamento internacional, a promoção do turismo e das exportações e a promoção do investimento estrangeiro direto”.

A marca foi encomendada a FutureBrand  que já tem em seu portfólio a de outros países latino-americanos, o resultado é uma resposta correta ao que eles receberam e que pediram “mostrar um país que se reinsere no mundo, […] quem quer espalhar sua cultura no planeta, mas ciente do lugar que ocupa nela”.

 

É muito cedo para julgar, porque ainda não há uma única peça de comunicação no mercado, mas há uma forte rejeçao de grande parte da comunidade de designers pela simplicidade excessiva da marca, que faz com que pareça sem graça para alguns. Também tem sido comparada a da Mashable, algo na minha opinião irrelevante por ser de setores tão diferentes. O que eles falham na minha opinião é usar a mesma tipografía da Presidencia de la Nación, com o qual muito seguramente, assim que o governo mudar, a marca também.

Com o tempo saberemos se renunciar às bandas já presentes na bandeira e time de futebol , por um identificador acidental, isto é, geográfico é um sucesso ou não.

 

Fontes:

Brandemia   

Merca2

 

 

 

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